segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

A missa do Papa Paulo VI obra de Deus? (VII)

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  O profeta Isaías já havia denunciado essa atitude: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is 5.20).

 Disse: Lutero que o erro cardeal da Missa, era que esta foi uma “obra” humana baseada numa falsa com­pre­en­são do sacri­fí­cio de Cristo. Então, em 1523, Lutero enunciou sua própria revisão da Missa Católica, revisão essa que é o fun­da­mento de toda adoração pro­tes­tante. O núcleo dela é: em vez da Euca­ris­tia, Lutero colocou a pregação no centro da reunião.
Por con­se­guinte, no anti-culto de adoração dos pro­tes­tan­tes e dos modernos é o púlpito é o elemento central e não a o altar (onde se faz Sacrificio). Para Lutero, “uma con­gre­ga­ção cristã nunca deve reunir-se sem a pregação da Palavra de Deus e a oração, não importa quão exíguo seja o tempo da reunião. A pregação e o ensino da Palavra de Deus é a parte mais impor­tante do culto divino” como os modernistas. 

 Ramos do Protestantismo no grafico acima.

A noção de Lutero da pregação como ponto cul­mi­nante do anti-culto de adoração permanece até nossos dias e influenciaram a nova missa dita de Papa Paulo VI. Todavia tal loucura não tem nenhuma pro­ce­dên­cia. “O púlpito é o trono do pastor pro­tes­tante” e dos Modernistas por isto tiram do centro das maiorias das Igrejas o sacrario e a cruz colocaram no centro homem como nas reunião maçonicas. 

 Zwinglio também é nominado como o paladino da abordagem da Santa Ceia enquanto “memorial”. Este ponto de vista é apoiado pela corrente principal do pro­tes­tan­tismo esta­du­ni­dense. O pão e o vinho são meramente símbolos do corpo e do sangue de Cristo. Como Lutero, Zwinglio enfatizou a cen­tra­li­dade do sermão. Tanto que ele e seus colegas pregavam com a frequên­cia de um canal de notícias tele­vi­sivo: catorze vezes por semana. 
 Como Lutero, Calvino enfatizou a cen­tra­li­dade da pregação durante o culto de adoração. Ele acre­di­tava que cada crente tinha acesso a Deus através da Palavra pregada e não através da Euca­ris­tia.
Inau­gu­rado por volta de 1906, o movimento Pen­te­cos­tal trouxe uma expressão mais emotiva através dos cânticos entoados pela con­gre­ga­ção. Estes incluíam mãos levan­ta­das, danças entre os bancos, bater palmas, falar em línguas e o uso de pandeiros.
Porém, suprimidas as carac­te­rís­ti­cas emotivas do culto pen­te­cos­tal, sua liturgia é idêntica à batista. Um pen­te­cos­tal tem apenas mais espaço para mover-se ao redor do seu assento.
 http://www.imaculadamaria.com.br/z1img/08_02_2014__19_47_4481373184a9628ed61c92c44ad68fe1b0c2a37_640x480.jpg
E 1962 os reformistas ja infiltrados em cargos clerical fazem o Concilio Vaticano II a revolução dentro do interior da Santa Igreja  o grande beijo de Judas aqueles que se dizem amigo de Cristo o
 traem com tiara e capa.

“Nenhum, por mais esmolas que tenha dado, e mesmo que tenha derramado o sangue pelo nome de Cristo, poderá ser salvo se não permanecer no seio e na unidade da Igreja Católica”.(“Cantate Domino”, Concílio de Florença, ex cathedra)



"Mesmo que os católicos fiéis à Tradição estejam reduzidos a um punhado, são eles que são a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.”  

 Santo Atanasio.



REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO,façam penitência.

Em reparação pelos  que não Consagraram a Rússia ao Imaculado Coração de Maria e pela Conversão dos pobres pecadores.

domingo, 28 de dezembro de 2014

28 de dezembro dia de Santos Inocentes, Mártires século I.


  A Santa Igreja honra como mártires este coro de crianças, vítimas do terrível e sanguinário rei Herodes, arrancadas dos braços das suas mães para escrever com o seu próprio sangue a primeira página do álbum de ouro dos mártires cristãos e merecer a glória eterna, segundo a promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Quem perder a vida por amor a mim há-de encontrará-la.” Para eles a liturgia repete hoje as palavras do poeta Prudêncio: “Salvé, ó flores dos mártires, que na alvorada do cristianismo fostes massacrados pelo persseguidor de Jesus, como um violento furacão arranca as rosas apenas desabrochadas! Vós fostes as primeiras vítimas, a tenra grei imolada, num mesmo altar recebestes a palma e a coroa.” O episódio é narrado somente pelo evangelista São Mateus, que se dirigia principalmente aos leitores hebreus e, portanto, tencionava demonstrar a messianidade de Nosso Senhor  Jesus Cristo, no qual se realizaram as antigas profecias: “Quando Herodes descobriu que os sábios o tinham enganado ficou furioso. Mandou matar em Belém e nos arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo que ele tinha apurado pelas palavras dos sábios. Foi assim que se cumpriu o que o profeta São Jeremias tinha profetizado: Em Ramá se ouviu um grito: coro amargo, imensa dor. É Raquel a chorar seus filhos; e não quer ser consolada, porque eles já não existem (Jer. 31, 15).Costumes medievais, que celebravam nestas circunstâncias a festa dos meninos do coro e do serviço do altar. Entre as curiosas manifestações temos aquela de fazer descer os cónegos dos seus lugares ao canto do versículo: “Depôs os poderosos do trono e exaltou os humildes.”   Deste momento em diante, os meninos, revestidos das insígnias dos cónegos, dirigiam todo o ofício do dia. A Liturgia, embora não querendo ressaltar o dia teve no curso da história, e quis manter esta celebração, elevada ao grau de festa por São Pio V, muito próxima da festa do Natal. Assim colocou as vítimas inocentes entre os companheiros de Cristo, para circundar o berço de Jesus Menino de um coro gracioso de crianças, vestidas com as cândidas vestes da inocência, pequena vanguarda do exército de mártires que testemunharão, com o sangue, a sua pertença a Cristo.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A Canção de Natal mais conhecida no mundo – Noite Feliz

 Oberndorf Chapel © Österreich Werbung/Weinhaeupl


A canção Noite Feliz, uma das mais famosas do mundo, foi escrita em 1818, em Oberndorf, uma cidade muito próxima a Salzburgo.
Em Oberndorf, encontra-se o Museu Noite Felize uma capela comemorativa. O autor do texto de "Noite Feliz", o padre Joseph Mohr, nasceu em Salzburgo. Na Missa do Galo de Salzburgo sempre escutaremos a canção em sua versão original.
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  No mês de dezembro de 1818, na pequena aldeia de Obemdorf, na Alemanha, o jovem padre Joseph Morh, que possui uma biografia que evoca a pobreza, estava preocupado, pois o órgão de sua paróquia tinha os foles roídos por ratos. Para ele era importante que o instrumento estivesse funcionando para acompanhar as canções da véspera do Natal. Mohr, angustiado com a falta de um instrumento, teria inspirado sua letra no humilde Natal de Jesus em Belém, não tendo outra alternativa senão usar seu violão. 
padre Joseph Mohr, então, saiu atrás de seu amigo músico Franz Gruber para que transformasse em melodia o poema que ele havia escrito. Esse poema teria vindo de um chamado, em uma noite, para abençoar um menino que havia nascido de um casal muito pobre. O padre foi à residência do casal, abençoou a criança, e percebeu naquele nascimento, semelhante às condições do nascimento de Jesus, a inspiração necessária para produzir o texto da canção. Após isto, na manhã de 24 de dezembro, Joseph Mohr escreveu os versos e foi à casa de Franz Gruber para que este fizesse os arranjos, advertindo-lhe que tudo deveria estar pronto para a Missa de Natal. Gruber aceitou a incumbência, nada cobrando para isto. 
  Composta originalmente para violão e flauta, a música se difundiu rapidamente. Dois anos depois, o próprio Joseph Mohr fez um arranjo vocal melhor trabalhado. Em 1845, Gruber fez novos arranjos para orquestra, e em 1855 para órgão. Em 1900, a canção já era conhecida em todo o mundo. "Stille Nacht", em alemão, na verdade significa "Noite silenciosa". O nome foi mantido pelo inglês "Silent Night", mas em outros idiomas foi adaptado, como no francês "Douce Nuit" e no português: "Noite Feliz" de Pedro Sinzig. A música é cantada hoje em mais de 140 línguas.

Padre Joseph Mohr faleceu em 1848. Passou a vida trabalhando pelos pobres e necessitados da Alemanha, tendo sofrido, até mesmo, perseguição por seu superior. Morreu vivendo sua pobreza no interior,como sua canção Noite Feliz.

 Noite feliz! Noite feliz!
o Senhor, Deus de amor,
pobrezinho nasceu em Belém.
Eis, na lapa, Jesus, nosso bem!
Dorme em paz, ó Jesus!
Dorme em paz, ó Jesus!

Noite feliz! Noite feliz!
Oh! Jesus, Deus da luz,
quão afável é teu coração
que quiseste nascer nosso irmão
e a nós todos salvar!
e a nós todos salvar!

Noite feliz! Noite feliz!
Eis que, no ar, vêm cantar
aos pastores os anjos dos céus,
anunciando a chegada de Deus,
de Jesus Salvador!
de Jesus Salvador!

 REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO,façam penitência.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

A missa do Papa Paulo VI obra de Deus? (VI)







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 "Eles saíram dentre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos, ficariam certamente conosco. Mas isto se dá para que se conheça que nem todos são dos nossos". (I São João 2, 19)
 


Confiteor não existe mais na missa de Papa Paulo VI
Revolução no Ordinário da Santa Missa (Kyrie)
Hoje o Kyrie, abreviado os modernista repetem como ato penitencia NÃO DIZEM O Confiteor.
Kyrie Eleison: cantado ou falado somente 1 vezes cada, sempre no mesmo tom; comoMartinho LUTERO( Fez). Formulário da Missa e da Comunhão para a Igreja de Wittenberg (1523),p. 196

Depois da reforma litúrgica, o Kyrie foi substituído, no rito romano modernista, pela invocação "Senhor, tende piedade." Como o Confiteor moderno de pé e o padre atras na mesa de comunhão não mais no altar.Altar não existe mais na missa mosdernista.
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Agora , coube a este trecho, "Senhor, tende piedade", ter o seu caráter penitencial para os Modernistas e Luteranos.
Kyrie eleison; Christe eleison; Kyrie eleison.
"Senhor, tende piedade (de nós); Cristo, tende piedade (de nós); Senhor, tende piedade (de nós)".
No rito tridentino o Kyrie vinha recitado  formando a parte que se segue depois que o padre subiu ao altar logo apos a oração do do introdo.
Esta parte da Missa é rezada em grego. Em que o padre e o servidor intercalam, três "Kyrie, eleison”; três “Christe, eleison”, e por fim outros três “Kyrie, eleison"; que significam "Senhor, tem misericórdia, Cristo; tem misericórdia..."
 [ConfiteorPaintingSmall.jpg]
Confissão ("Confiteor")
        Primeiro, o sacerdote extremamente inclinando diz o seguinte: "Confiteor Deo omnipoténti..." ("Confesso a Deus todo-poderoso"). Na confissão o sacerdote pede a intercessão da Virgem Maria, de João Batista, de Miguel Arcanjo, e de São Pedro e São Paulo, e acrescenta “et vobis, fratres”, pedindo também a congregação que reze por ele. Em seguida reza duas vezes “mea culpa” ("minha culpa"), e uma terceira vez "mea maxima culpa" ("minha máxima culpa"), bate com a mão no peito três vezes.


        Os servidores após a Confissão do padre, o abençoam dizendo: “Misereátur tui omnípotens Deus, et dimissis peccátis tuis, perdúcat te ad vitam ætérnam” ("Deus Todo-Poderoso tenha misericórdia de ti, perdoar-te dos teus pecados, e te conduza a vida eterna"). Em seguida, é a vez dos servidores de confessar seus pecados e pedir a bênção do padre. Eles usam as mesmas palavras usadas pelo sacerdote, porém pedem orações ao padre, e não a congregação, dizendo portanto “et tibi, Pater” ("e ti Padre"), no lugar de “et vobis, fratres”. O padre em seguida, responde com a mesma bênção que os servidores usaram, porém, como demonstração de seu específico cargo sacerdotal, acrescenta uma prece de absolvição: “Indulgéntiam absolutiónem, et remissiónem peccatórum nostrórum, tríbuat nobis omnípotens et miséricors Dóminus” (“Indulgência, absolvição e remissão dos nossos pecados, nos conceda o nosso Onipotente e Misericordioso Deus”)

 Por que tiraram esta confissão do sacerdote?Porque pede a intercessão da Virgem Maria, de João Batista, de Miguel Arcanjo, e de São Pedro e São Paulo
 e os protestantes não acreditam na intercessão da Santíssima Virgem nem dos Santos.
http://img.youtube.com/vi/KfNKt3PrNck/0.jpg
Os modernistam não tem mais nossa Senhora por mãe mais o lutero pois seguem suas reformas anti-Nossa Senhora e o que a Santa Igreja sempre ensinou pois a Santa Missa Tridentina não é uma questão de gosto ou capricho mais sim a defesa da verdade católica então lutem e rezem para os modernistas abandonarem seus erros e devolvam o culto VERDADEIRAMENTE CATÓLICO.

 Juramento Anti-modernista São PIO X que os modernistas não fazem mais:
Trecho: Juramento Anti-modernista São PIO X: "Eu sinceramente mantenho que a Doutrina da Fé nos foi trazida desde os Apóstolos pelos Padres ortodoxos com exatamente o mesmo significado e sempre com o mesmo propósito. Assim sendo, eu rejeito inteiramente a falsa representação herética de que os dogmas evoluem e se modificam de um significado para outro diferente do que a Igreja antes manteve. Condeno também todo erro segundo o qual, no lugar do divino Depósito que foi confiado à esposa de Cristo para que ela o guardasse, há apenas uma invenção filosófica ou produto de consciência humana que foi gradualmente desenvolvida pelo esforço humano e continuará a se desenvolver indefinidamente"  
- JURAMENTO ANTI-MODERNISTA

  O Papa Leão XIII afirmou na encíclica “Satis Cognitum”: “Nada poderia ser mais perigoso que estes hereges que, conservando em tudo o mais a integridade da doutrina, por uma só palavra, como por uma só gota de veneno, corrompem a pureza e a simplicidade da Fé que nós recebemos da Tradição de Nosso Senhor e, depois, dos Apóstolos.”
Lutero afirmava que o seu efeito espiritual estava na participação dos membros para responder a mensagem transmitida por Deus por meio de sua Palavra.

"Mesmo que os católicos fiéis à Tradição estejam reduzidos a um punhado, são eles que são a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.”  
 Santo Atanasio.


REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO,façam penitência.

Em reparação pelos  que não Consagraram a Rússia ao Imaculado Coração de Maria e pela Conversão dos pobres pecadores.

domingo, 21 de dezembro de 2014

21 de dezembro dia de São Tomé, Apostolo e Mártir.

O Apóstolo Tomé (hebraico ou aramaico para "gêmeo" natual da Galiléia) também foi chamado de "Dídimo" (palavra grega para "gêmeo"). Ele era ausente quando o Senhor ressuscitado apareceu aos outros apóstolos na noite da Páscoa, e se recusou a acreditar que Cristo tinha realmente aumentado até que ele tinha visto ele por si mesmo, mas quando ele viu, ele disse-lhe: "Meu Senhor e meu Deus ". (João 20:19-29)Era pescador quando Jesus o encontrou e o admitiu entre seus discípulos.
  Após Pentencoste, pregou entre os medos e os partas, povos que habitavam a Pérsia. Há também indícios de que tenha levado o Evangelho à Índia, segundo as pistas encontradas por são Francisco Xavier no século XVI. Morreu martirizado com uma lança, segundo a antiga tradição cristã.

 São Tomé o apóstolo dos partos, mas Tomé é mais conhecido como missionário na Índia.

América

   Durante os primeiros séculos da colonização na América foi descoberto que São Tomé esteve miraculosamente ao novo continente e estabelecido contato com os indígenas. Novamente, como "prova" da passagem do santo, diversos sinais tidos como pegadas seriam atribuídos a Tomé. Basicamente, a figura da mitologia indígena Sumé (um homem branco que teria visitado em tempos pré-colombianos) foi identificada e fundida com São Tomé.

Assunção de Nossa Senhora aos céus.

    Um texto da Alta Idade Média atribuído a José de Arimateia, Tomé foi a única testemunha da Assunção de Maria aos céus. Os outros apóstolos foram miraculosamente transportados a Jerusalém para observar a entrega de sua alma a Deus. Tomé, que já estava na Índia, após o sepultamento fora transportado à tumba dela, onde testemunhou o corpo da Virgem Santíssima subir aos céus, jogando-lhe seu cinto. Numa inversão à imagem de ceticismo vinculada a Tomé, os outros apóstolos é que duvidaram de seu relato até verem a tumba vazia e o cinto. O recebimento do cinto por Tomé é representado várias vezes na arte medieval e pré-Tridentina.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

18 de dezembro dia de Santo Rufo e Zósimo, Mártires

18/12 Quinta-feira
Festa de Segunda Classe
Paramentos Roxos
Quando Santo Inácio de Antioquia foi em Filipos da Macedônia para a etapa em Roma, onde era para ser martirizado com ele santos Rufus e Zózimo originário de  Antioquia ou de Filipe, fundaram a primeira Igreja entre Judeus e Gregos. Seguindo as instruções de Santo Ignacio, os cristãos de Filipos fraterna escreveu uma carta a Antioquia. São Policarpo de Esmirna, Santo Inácio, que tinha confiou o cuidado de sua igreja, teve o cuidado de responder a elas. Em sua carta, que costumava ser lido publicamente nas igrejas da Ásia  no século IV, São Policarpo fala de Rufus e Zózimo, que teve de compartilhar a felicidade e sofrimento de cadeias Ignacio de Cristo e tinha sido glorificado por Deus a coroa do martírio por volta do ano 107, durante o reinado de Trajano. São Policarpo diz deles: "Eles não correu em vão, mas estavam armados com fé e retidão viajou para o local que havia preparado para que sofreria não amar este mundo, mas Jesus, que morreu. e foi criado por Deus para a nossa salvação ... Por isso, exorto-vos todos a viver paciência direito e exercício, de que eu vos dei o exemplo não só Inácio, Zózimo e Rufo, mas também outras pessoas que conviveram com você e como o próprio Paulo e os outros apóstolos. "

 Título encontrados no túmulo de São Rufus em "Coemieterius Maius" (ao lado de Santa Inês), em Roma. Ele foi encontrado no século XVIII, e cada vez mais apreciado como um testemunho de cristão paleohistoria. O texto diz que "Rufus o mensageiro, enterrado em 10 de dezembro" ea imagem que segue o texto é identificado com uma palma do martírio, um símbolo inconfundível para os cristãos primitivos. Hoje é no Museu do Vaticano.


Leitura da Epístola

Filipenses 4,4-7
4 Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos! 5 Seja conhecida de todos os homens a vossa bondade. O Senhor está próximo. 6 Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. 7 E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus.


Sequência do Santo Evangelho

São João 1,19-28
19 Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar-lhe: Quem és tu? 20 Ele fez esta declaração que confirmou sem hesitar: Eu não sou o Cristo. 21 Pois, então, quem és?, perguntaram-lhe eles. És tu Elias? Disse ele: Não o sou. És tu o profeta? Ele respondeu: Não. 22 Perguntaram-lhe de novo: Dize-nos, afinal, quem és, para que possamos dar uma resposta aos que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo? 23 Ele respondeu: Eu sou a voz que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como o disse o profeta Isaías (40,3). 24 Alguns dos emissários eram fariseus. 25 Continuaram a perguntar-lhe: Como, pois, batizas, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? 26 João respondeu: Eu batizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. 27 Esse é quem vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado. 28 Este diálogo se passou em Betânia, além do Jordão, onde João estava batizando. 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

17 de dezembro dia de São Lázaro,discípulo e amigo de Nosso Senhor Jesus Cristo.



    São Lázaro foi discípulo e amigo pessoal de Jesus. Era irmão de duas Santas mulheres que se tornaram conhecidas pelos Evangelhos: Santa Marta e de Santa Maria Madalena. Lázaro vivia com sua família no vilarejo chamado Betânia, que ficava a menos de uma hora de caminhada de Jerusalém, em Israel. Jesus, em suas andanças missionárias, anunciando o Reino de Deus, sempre ia se hospedar na casa de Lázaro. O nome Lázaro vem do grego. Em hebraico seria Eleazar, e quer dizer "Deus ajudou".
    Lázaro era estimado e respeitado pela comunidade hebraica, pela origem nobre, honestidade e religiosidade da família. Lázaro foi um personagem especial na Bíblia, pois é a única pessoa por quem Jesus chora no Novo Testamento. Lázaro foi ressuscitado por Jesus após a sua morte, a pedido de Marta, sua irmã, que foi inabalável na fé. Lázaro já estava cheirando mal. Já fazia quatro dias que estava sepultado, quando Jesus chegou para chamar-lhe à vida novamente.
Foi um dos maiores milagres de Jesus. Trata-se do último grande “Milagre” realizado por Jesus, depois do qual os sumos sacerdotes reuniram o Sinédrio e decidiram matá-lo; e decidiram matar também o próprio Lázaro, que era a prova viva da divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da vida e vencedor da morte.
    Alguns escritos muito antigos afirmam que Lázaro e suas irmãs foram para a ilha de Chipre. Lá, ele se tornou bispo de Citio, hoje Lamaca.
Sua tumba original, feita de mármore, estava localizada no local onde hoje está a igreja de São Lázaro, em Lamaca. De acordo com registros históricos, suas relíquias foram levadas para Constantinopla por ordem do imperador Leão VI, o filósofo, e várias igrejas e capelas foram erigidas em sua honra na Síria. Em 1972, porém, arqueólogos encontraram achados com inscriçõesde que seriam os restos mortais de São Lázaro. Estes restos estavam escondidos abaixo da igreja de Lamaca. Este local, hoje, está bem preservado, debaixo da igreja. Ele é um local de peregrinação e é aberto à visitação pública.
A Basílica de São Lázaro, santo padroeiro de Lamaca, construída em 890 d.C., era um templo cristão do século V, no qual existia um sarcófago com a inscrição: "Lazaro, o amigo de Cristo". Isto reforça a tradição de que ele viveu sua "segunda vida ressuscitado", em Lamaca, na ilha de Chipre.A devoção a São Lázaro era muito comum na Igreja antiga. São Lázaro começou a ser venerado já no início do cristianismo, como diz São Jerônimo, e as peregrinações eram feitas á sua casa, em Betânia, e ao túmulo de onde Jesus o ressuscitara.
    A devoção a São Lázaro era muito comum na Igreja antiga. São Lázaro começou a ser venerado já no início do cristianismo, como diz São Jerônimo, e as peregrinações eram feitas á sua casa, em Betânia, e ao túmulo de onde Jesus o ressuscitara.

Contam-se geralmente até hoje dezenove concílios. Por ordem cronológica são os seguintes:

1. Concílio de Nicéia
, em 325, reunido por Constantino sob o pontificado de S. Silvestre. Definiu contra Ário a consubstancialidade do Verbo, sancionou solenemente os privilégios das três Sés patriarcais de Roma, Alexandria e Antioquia, e estendeu a toda a Igreja o costume da Igreja romana, relativamente à data da celebração da festa da Páscoa.

2. Primeiro Concílio de Constantinopla, em 381, sendo Papa S. Dâmaso e imperador Teodósio o Grande. Definiu contra Macedônio de Constantinopla a divindade do Espírito Santo. Este concílio que não era ecumênico nem pela convocação nem pela celebração, pois o Papa não foi convidado nem a ele se associou, não adquiriu autoridade nem categoria de concílio ecumênico senão mais tarde, pelo reconhecimento e adesão da Igreja universal.

3. Concílio de Éfeso, em 431, sob o pontificado de Celestino I, no reinado de Teodósio o Moço. Definiu contra Nestório a unidade de pessoa em Cristo e a maternidade divina de Maria.

4. Concílio de Calcedônia, em 451, sendo Papa S. Leão Magno e imperador Marciano. Condenou o eutiquianismo e definiu a dualidade de natureza em Jesus Cristo. O 28º cânone deste concílio, que atribuía ao patriarca de Constantinopla o primeiro lugar depois do de Roma, nunca foi confirmado pelo Papa.

5. Segundo de Constantinopla, em 553. Condenou, como eivados de Nestorianismo, os chamados Três Capítulos, isto é, Teodósio de Mopsuest e as suas obras, os escritos de Teodoreto de Ciro contra S. Cirilo e contra o concílio de Éfeso e a carta de Ibas de Edessa injuriosa para o concílio e para S. Cirilo. Celebrado sem a participação e mesmo com a oposição do Papa Vigílio, só veio a ser ecumênico pelo subseqüente consentimento do Sumo Pontífice.

6. Terceiro de Constantinopla, em 680. Condenou o monotelismo, os seus defensores e fautores e, entre outros, o Papa Honório, acusado de negligência culpável na repressão do erro.Convocado no pontificado de Agatão,só foi confirmado por seu sucessor Leão II que aprovou o decreto conciliar,interpretando-o, pelo que se refere a Honório,no sentido que indicamos.(O caso do papa Honório(625-638)A dar credito aos adversários da infalibilidade pontifícia,o papa Honório ensinou o monotelismo em duas cartas escritas a Sérgio,patriarca de Constantinopla,e por isso papa Honório foi condenado como herege pelo Papa Leão II).

7. Segundo de Nicéia, em 787,sob a regência da imperatriz Irene no pontificado de Adriano I.Definiu contra os iconoclasta a legitimidade do culto as imagens, fazendo a tradicional distinção entre este culto de veneração e o de adoração só a Deus devido.

8. Quarto de Constantinopla, em 869-870, sob Adriano II,que pronunciou a deposição do usurpador Focio.

9. Primeiro de Latrão, em 1123, o primeiro dos concílios ecumênicos,do Papa Calisto II.Tomou medidas severas contra a simonia e o desregramento dos clérigos e aprovou a concordata de Worms,celebrada entre Calisto II E o imperador Henrique V,a respeito das investiduras.

10. Segundo deLatrão, em 1139,sob Inocêncio II,que publicou medidas disciplinares referentes ao clero.

11. Terceiro deLatrão, em 1179 sob Alexandre III, que condenou os cátaros e regulou o modo de eleger os Papas, declarando validamente eleito o candidato que tenha dois terços dos votos dos cardiais.

12. Quarto de Latrão, em 1215,sob Inocêncio II.É um dos concílios mais importantes.Condenou os Albigenses e Valdenses;fixou a legislação eclesiástica acerca dos impedimentos matrimoniais e impôs a todos os fiéis a obrigação da confissão anual e da comunhão pascal.

13. Primeiro Concílio de Lião, convocado em 1245, sob Inocêncio IV, que regulou a forma dos julgamentos eclesiásticos.

14. Segundo de Lião, convocado em 1274 por Gregório X.Restabeleceu a união com Gregos que reconhecem não só o primado do Papa, mas também o direito de recurso ao seu tribunal supremo e a legitimidade do Filioque.

15. Concílio de Viena, em 1311-1312, sob Clemente V, que decidiu a supressão da ordem dos Templários, e definiu que que alma racional é a forma substancial do corpo humano.

16. Concílio de Basileia - Ferrara - Florença,1431-1442.Foi convocado por Eugenio IV, teve como principais objetivos a reforma da Igreja e uma nova tentativa de reconciliação das Igrejas Latina e Grega.

17. Quinto de Latrão, convocado por seu sucessor Leão X até 1517. O seu principal fim foi a reforma do clero e dos fiéis.Publicou alguns decretos referentes às nomeações para os cargos eclesiástico,e ao teor de vida dos clérigos e dos leigos.

18. Concílio de Trento, convocado por Paulo II e aberto nesta cidade em 1545, transferido dois anos mais tarde para Bolonha,suspenso pouco depois,reaberto em Trento por Julio IIem 1551,interrompido de novo, para recomeçar depois e concluir sob Pio IV em 1563.Teve por fim combater os erros protestantes. É o mais célebre pelo número e importância do seu decretosdogmáticos e disciplinares.

19. Concílio do Vaticano, convocado por Pio IX, inaugurado a 8 de dezembro de 1869 e suspendido a 20 de outubro de 1870. Não pode celebrar senão quarta sessões. Nenhum dos soberanos católicos foi autorizado a fazer se representar oficialmente. Condenou na sua Constituição Dei Filius, os erros contemporâneos acerca da fé e da revelação, e definiu na Constituição Pastor Aerternos os dogmas do primado e da infalibilidade pessoal de Pedro e seus sucessores.
  
 A desobediência a dezenove Concílios, a desobediência aos documentos e à doutrina tradicional da Santa Igreja e a desobediência à Bula “Quo Primum Tempore” da Missa São Pio V fechou o céu e escancarou as portas do inferno aos que aderiram à desobediência, aceitando as novidades em nome do livre pensamento.
   Ora, a liberdade de pensamento não consiste no poder de abraçar a desobediência de erros condenados pela Santa Igreja, mas sim em obedecer livremente a verdade já revelada e transmitida a mais de 2.000 anos, e conhecida com firmeza.

   A firmeza que dá obediência nos leva a deixar aberta a porta do Céu, por isso, a Santa Missa dita em nosso Convento é a de São Pio V. Não a temos, ainda, todos os dias por não haver Sacerdotes suficientes para abraçar a Cruz do sofrimento.

   Nós, religiosas e fiéis, que juntos, oferecemos esse sofrimento em reparação ao Imaculado Coração de Maria e ao Sagrado Coração de Jesus pela conversão daqueles que ainda estão no erro e para que estes possam vir para as fileiras do combate pela verdade, para assim ir-se fechando as portas do inferno às almas dos pobres pecadores.

   Isto foi o que nossa Senhora pediu, ou melhor, para que cada sofrimento seja para reparar e salvar as almas. Se você já passa por esse mesmo sofrimento, una-se a nós pelo Triunfo do Imaculado Coração de Maria.

    Defenda a Santa Missa de Sempre porque a Santa Igreja deu-a por São Pio V para crer, ha mais de 500 anos, com verdade incontestável.*


 Que São Lazaro intercedas pelas autoridades da Santa Igreja cega pela desobediência a dezenove Concílios, a desobediência aos documentos e à doutrina tradicional da Santa Igreja e a desobediência à Bula “Quo Primum Tempore” da Missa São Pio V fechou o céu e escancarou as portas do inferno aos que aderiram à desobediência, aceitando as novidades em nome do livre pensamento.Para assim sairem de dentro do MODERNISMO, ressucitando para Santa Tradição da Santa Igreja com seus Concílios Dogmaticos e sua Doutrina de Sempre.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

A missa do Papa Paulo VI obra de Deus? (V)

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"Eles saíram dentre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos, ficariam certamente conosco. Mas isto se dá para que se conheça que nem todos são dos nossos". (I São João 2, 19)


 Às heresias propagadas pelos protestantes hoje pregada nas igrejas modernistas foram condenada,no Concílio de Trento reafirmou a doutrina católica sobre a Santa Missa, sobretudo nas sessões XIII, em que versou sobre a presença real de Jesus Cristo na Eucarístia, e na XXII, sobre o sacrifício. Além disso, mandou elaborar uma lista de abusos cometidos na celebração da missa, a partir da qual promulgou um documento acerca das "coisas a observar e a evitar na celebração da missa". Tais abusos podem reduzir-se a avareza, irreverência e superstição.Tudo hoje aprovado pela missa do Papa Paulo VI.
Então o fim de eliminar esses abusos, era intenção do Concílio de Trento proceder à reforma dos livros litúrgicos. No entanto, como o Concílio já acontecia há vários anos, os padres conciliares decidiram, na última sessão, incumbir o Papa Pio IV dessa função. Contudo, foi Pio V que realizou tal incumbência, promulgando, em 1570, através da bula Quo primum tempore, o Missal Romano revisado. Nessa bula, Pio V esclarece que o objectivo da revisão dos livros litúrgicos era restaurar os ritos "em conformidade com a antiga norma dos Santos Padres". No entanto, como afirma a Instrução Geral do Missal Romano, documento que acompanha o Missal, "este Missal de 1570 pouco difere do primeiro impresso em 1474, o qual, por sua vez, reproduz fielmente o Missal do tempo de Inocêncio III. Além disso, se bem que os códices da Biblioteca Vaticana tenham ajudado a corrigir algumas expressões, não permitiram, naquela diligente investigação dos “antigos e mais fidedignos autores” ir além dos comentários litúrgicos da Idade Média." (IGMR 7)
O rito da missa foi posteriormente revisto por outros papas em 1604, 1634, 1888, 1920, 1955 e 1962. Estas reformas, contudo, foram pouco significativas, exceptuando algumas mais importantes:

  • Em 1604, Clemente VIII eliminou uma oração a dizer pelo sacerdote ao entrar na igreja, a palavra omnibus nas duas orações a seguir ao Confiteor, o nome do imperador no Cânon Romano e tríplice bênção da missa solene.
  • Pio XII, em 1956, restaura a Semana Santa João XXIII publica em 1960 um novo código das rubricas da Missa e insere no Cânon Romano o nome de São José. São estas modificações que dão origem ao missal de 1962, última edição do missal tridentino. 

Na bula que o acompanha,Papa João XXIII faz referência ao Concílio Vaticano II, então já convocado, que deveria propor os grandes princípios da reforma da liturgia como as dos protestantes por isto Paulo VI convocam protestante para fazer o novo missal. Esta edição tornou-se a referência para a celebração atual da missa nas igrejas modernistas.



Orações ao pé do altar que não tem na missa modernista Lutero retirou e o modernistas também.Os modernistas como não tem mais tradição como guia mais sim o pai da revolução Martinho lutero seguem como ele por isto vão observar a seguir como a Igreja sempre sempre ensino o unico culto catolico não se ve mais na missa do Papa Paulo VI:


O padre fazendo as Orações ao pé do altar,não existe mais na missa do Papa Paulo VI.
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 Sim missa ecumênica pode pois o pai deles são o mesmo.
Luterano pegando na hostia consagrada o qual não acredita que Nosso Senhor se faz presente em Corpo,Sangue, Alma e Divindade.

Oração ao pé do altar :
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        Sinal da Cruz

    O sacerdote, após a procissão com os demais servidores da missa, na Missa Baixa, coloca o cálice velado no centro do altar, então fica na frente dos degraus sobre o qual está construído o altar, fazendo o sinal da cruz “ao pé do altar”. Na Missa Solene, o cálice é colocado antes da missa sobre a credência. O Missal Romano que contém todas as orações que o padre deve recitar na missa, está depositado no lado direito do altar. Na extrema direita, esquerda, e no centro estão três painéis, denominados Sacras,24 com orações que o padre deve dizer na missa, e que devido a distância do padre do Missal no momento, não podem ser feitas olhando para o mesmo.

    Salmo 43:, ("Iudica me, Deus" – “Julga-me Deus”), precedido e seguido pela antífona "Introibo ad altare Dei, ad Deum qui lætificat juventutem meam" (“Entrarei nos altares de Deus, o Deus que alegra minha juventude)”, é recitado pelo sacerdote, alternado com os servidores, que simbolicamente representam o povo. Em seguida, o sacerdote faz novamente o sinal da cruz, dizendo: "Adjuntorium nostrum in nomine Domine” (“O nosso auxílio está no nome do Senhor", em que os servidores respondem: “Qui fecit caælum et terram” ("Que fez o céu e a terra").

    Confissão ("Confiteor")

        Primeiro, o sacerdote extremamente inclinando diz o seguinte: "Confiteor Deo omnipoténti..." ("Confesso a Deus todo-poderoso"). Na confissão o sacerdote pede a intercessão da Virgem Maria, de João Batista, de Miguel Arcanjo, e de São Pedro e São Paulo, e acrescenta “et vobis, fratres”, pedindo também a congregação que reze por ele. Em seguida reza duas vezes “mea culpa” ("minha culpa"), e uma terceira vez "mea maxima culpa" ("minha máxima culpa"), bate com a mão no peito três vezes.

        Os servidores após a Confissão do padre, o abençoam dizendo: “Misereátur tui omnípotens Deus, et dimissis peccátis tuis, perdúcat te ad vitam ætérnam” ("Deus Todo-Poderoso tenha misericórdia de ti, perdoar-te dos teus pecados, e te conduza a vida eterna"). Em seguida, é a vez dos servidores de confessar seus pecados e pedir a bênção do padre. Eles usam as mesmas palavras usadas pelo sacerdote, porém pedem orações ao padre, e não a congregação, dizendo portanto “et tibi, Pater” ("e ti Padre"), no lugar de “et vobis, fratres”. O padre em seguida, responde com a mesma bênção que os servidores usaram, porém, como demonstração de seu específico cargo sacerdotal, acrescenta uma prece de absolvição: “Indulgéntiam absolutiónem, et remissiónem peccatórum nostrórum, tríbuat nobis omnípotens et miséricors Dóminus” (“Indulgência, absolvição e remissão dos nossos pecados, nos conceda o nosso Onipotente e Misericordioso Deus”)



    Então, três versículos são ditos pelo padre e os servidores, são eles “Deus, tu convérsus vivificábis nos" ("Dai-nos Senhor a vida"); “Osténde nobis Dómine, misericórdiam tuam” (“Mostra-nos, Senhor, tua misericórdia”); e “Dómine, exáudi oratiónem meam” (“Ó Senhor, ouve a minha oração”);




    Ao termina-los o padre reza pela primeira vez na missa o “Dominus vobiscum” (“O Senhor estaja convosco”), cuja resposta dos servidores é: “Et cum spíritu tuo” (“E com o teu Espírito)”, então o padre diz: "Oremus" ("Vamos orar"). Depois disso, ele vai para o altar, rezando em silêncio “Aufer a nobis, quǽsumus, Domine, iniquitátes nostras: ut ad Sancta Sanctorum puris mereámur méntibus introíre” (“Limpa-nos das nossas iniquidades Senhor, para que, com mentes puras possamos entrar dignamente no santo dos santos)", que é uma referência a Êxodo 26:33-34, I Reis 6:6-16, III Reis 6:16, I Reis 8:6, II Crônicas 3:8, Ezequiel 41:4, e outros. Ele coloca as mãos unidas sobre o altar e o beija enquanto silenciosamente reza “Oramus te, Domine, por Merita Sanctorum tuórum, quorum Reliquiae hic sunt, et omnium sanctorum: ut indúlgere dignéris Omnia peccata mea” (“Rezamos a ti Senhor, para que, pelos méritos dos teus Santos cujas relíquias estão neste altar, e de todos os santos, Deus se digne a perdoar todos os meus pecados”).

O Papa Leão XIII afirmou na encíclica “Satis Cognitum”: “Nada poderia ser mais perigoso que estes hereges que, conservando em tudo o mais a integridade da doutrina, por uma só palavra, como por uma só gota de veneno, corrompem a pureza e a simplicidade da Fé que nós recebemos da Tradição de Nosso Senhor e, depois, dos Apóstolos.”
Lutero afirmava que o seu efeito espiritual estava na participação dos membros para responder a mensagem transmitida por Deus por meio de sua Palavra.
"Mesmo que os católicos fiéis à Tradição estejam reduzidos a um punhado, são eles que são a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.”  
 Santo Atanasio.


REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO,façam penitência.


Em reparação pelos  que não Consagraram a Rússia ao Imaculado Coração de Maria e pela Conversão dos pobres pecadores.

sábado, 13 de dezembro de 2014

13 de dezembro dia de Santa Luzia, rogai por nós!

13/12 Sábado
Festa de Terceira Classe
Paramentos Vermelhos


Deus, por vezes, manifesta seu poder através dos mais fracos. 
Luzia, uma frágil jovem de Siracusa, era forte de alma, por ser virgem. 
Deus deu-lhe o dom de vencer, não só com seus argumentos, mas também pela força, os perseguidores pagãos.


Foi dentro das fronteiras do Império Romano que, por desígnio do Altíssimo, nasceu a Santa Igreja Católica. No entanto, esse imenso poder temporal, vendo o poder espiritual nascer misteriosamente e florescer com rapidez desconcertante, mostrou-se de início intrigado e receoso, e, por fim, hostil a ponto de chegar às violências mais extremas.
Os sublimes ensinamentos cristãos contradiziam frontalmente os costumes vigentes entre aqueles homens de coração duro. Vítima de toda sorte de calúnias, a Igreja nascente viu-se alvo de sangrentas perseguições desencadeadas pelas autoridades romanas com o objetivo de sufocá-la de modo inexorável.
   No entanto, era o próprio Deus quem permitia que sua Igreja passasse pela longa prova da dor e do sacrifício. Com efeito, após cada perseguição, o Cristianismo ressurgia mais numeroso, brilhante e cheio de fé! No reinado de Diocleciano (284- 305), esse clima de horror chegou ao auge. Por um edito deste imperador, todas as igrejas deveriam ser demolidas e todos os cristãos que exerciam cargos públicos seriam obrigados a abjurar a fé em Cristo. É nesta última fase do período das grandes perseguições que surge uma alma de rara virtude: a jovem Luzia.


Voto de virgindade

  O nome Luzia tem sua origem na palavra latina "lux", e ressoa em nossos ouvidos carregado de conotações heróicas, trazendo-nos à memória uma vida cheia de luz e de glória, porque feita de sangue e dor.
  Nascida em Siracusa, e oriunda de uma família nobre e cristã, logo no desabrochar da adolescência consagrou- se a Jesus, oferecendo-Lhe a flor da sua virgindade.
   Esta promessa de castidade perfeita não era incomum nos primórdios do Cristianismo, pois o próprio Salvador chamava grande número de almas à pratica desta angélica virtude. Um dia, respondendo a uma pergunta dos discípulos sobre os pesados encargos do casamento, disse- lhes o Mestre: "Nem todos são capazes de compreender esta doutrina, mas somente aqueles a quem foi concedido do alto" (Mt 19-11). Há homens, prosseguiu Ele, que são inaptos para a vida conjugal, e outros, pelo contrário, que de livre e espontânea vontade renunciaram ao matrimônio "por amor ao Reino dos Céus" (Mt 19,12). Pela primeira vez ressoava na História o chamado cristão à virgindade, e seu eco repercutiria em almas como as de Cecília, Ágata, Inês, e tantas outras que, sobrepondo- se às leis da carne e da matéria, se lançariam alegres em vôos admiráveis de perfeição espiritual.

Intercessão de Santa Ágata

Santa Ágata recebendo de Nossa Senhora a
coroa e a palma do martírio 

  Seu pai faleceu quando ela era ainda muito menina. Sua mãe, Eutícia, embora cristã, não tinha se despojado totalmente das glórias e atrações deste mundo. Assim, desejosa de proporcionar à sua filha um futuro cheio de fama e de honra, a exortava a casar-se com um jovem rico e bem colocado, mas pagão.
   A casta Luzia - que mantinha seu voto em segredo - procurava sempre se esquivar desse assunto. Punha toda a sua confiança em Deus e aguardava uma oportunidade providencial para revelar à mãe sua resolução firme e decidida de pertencer somente a Cristo. As fervorosas orações feitas por ela nessa intenção foram prontamente atendidas: logo se apresentou uma boa ocasião.
  Apesar das atrozes perseguições aos cristãos, celebrava-se todo ano na própria Sicília a festa de Santa Ágata, a virgem da cidade de Catânia, martirizada por volta do ano 250. Os prodígios por ela operados tornaram-na tão conhecida que acorria gente de todas as partes para implorar sua intercessão. Ora, havia já alguns anos, Eutícia sofria muito de um fluxo de sangue. Por isso Luzia, que tinha grande devoção a essa virgem mártir, sua conterrânea, persuadiu a mãe a ir em peregrinação até seu túmulo para implorar a cura de tal enfermidade.
   Quando entraram na igreja, o assombro tomou conta das duas. Transcorria uma solene Celebração e naquele exato momento proclamava-se a Palavra do Santo Evangelho: "Então, uma mulher que havia doze anos padecia um fluxo de sangue, e gastara tudo quanto possuía sem ter sentido melhoras, tendo ouvido falar de Jesus, foi por detrás entre a multidão e tocou o seu manto. Imediatamente parou o fluxo de sangue e sentiu no seu corpo estar curada do mal. Jesus, conhecendo logo em Si mesmo a força que saíra d'Ele, voltado para a multidão, disse: ‘Quem tocou os meus vestidos?'.
  Os seus discípulos responderam: ‘Tu vês que a multidão Te comprime, e perguntas: Quem Me tocou?' E Jesus olhava em volta para ver quem tinha feito aquilo. Então a mulher, que sabia o que se tinha passado nela, foi prostrar- se diante d'Ele, e disse-Lhe toda a verdade. Jesus disse-lhe: ‘Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e fica curada do teu mal'" (Mc 5, 25-34).
  Estupefatas e em extremo comovidas ao ouvirem essa passagem do Evangelho, caíram de joelhos e começaram a rezar. Assim ficaram durante muito tempo. Terminou a cerimônia, todos se retiraram, e elas, dando-se conta de que estavam sós, prostraram-se diante do sepulcro de Santa Ágata para implorar a bondade de Deus, pela intercessão da tão poderosa advogada.
  Quis, porém, o Senhor manifestar- Se a Luzia por meio de um sonho profético. Cansada pela fadiga da viagem, acabou a jovem caindo num sono profundo. Enquanto dormia, apareceulhe Santa Ágata, rodeada de um coro de anjos. Seu vestido era de uma beleza sem par, adornado de safiras e pérolas finas. Seu rosto, alegre e sereno, resplandecia como o sol enquanto ela dizia: "Minha queridíssima irmã e virgem consagrada a Deus, por que pedes pela intercessão de outrem o que tu mesma podes obter para tua mãe? Eis que ela se encontra já curada pela fé que tu tens em Jesus Cristo! Assim como Ele tornou célebre a cidade de Catânia por minha causa, tornará também gloriosa a cidade de Siracusa pela tua mediação, pois soubeste preparar no teu puro coração uma agradável morada para teu Criador".
  Ao ouvir estas palavras, levantou- se Luzia ainda mais convicta de sua consagração a Deus. Contou então à sua mãe a reconfortante visão e acrescentou que, pela graça de Deus, ela estava totalmente curada de sua enfermidade. E a jovem aproveitou a oportunidade para dizer-lhe confiante:
- Agora, minha mãe, uma só coisa te peço: em nome d'Aquele mesmo que te devolveu a saúde, deixa-me conservar minha virgindade, pertencendo somente ao nosso Criador. Repartamos entre os pobres os bens que preparaste para o meu casamento, e teremos grande tesouro no Céu!
  Eutícia se deixou convencer e, voltando a Siracusa, ambas distribuíram suas riquezas entre os mais necessitados, segundo as instruções da comunidade cristã à qual pertenciam.
  Ora, isto chegou aos ouvidos do jovem pretendente. Cheio de fúria, este foi ter com Eutícia e testemunhou, com seus próprios olhos, mãe e filha dando aos pobres suas jóias e objetos preciosos. Fora de si, correu até Pascásio, então prefeito da cidade, para acusar Luzia de praticar a religião cristã. Assim iniciou-se o processo que levaria esta Santa a brilhar no mais alto dos Céus, junto à nobre multidão dos gloriosos mártires!

Diante do tribunal

Santa Luzia diante do tribunal

  Edificante e arrebatador foi o julgamento da corajosa jovem. Refutou todos os argumentos e ameaças de Pascásio, e seu simples olhar impunha respeito. Vendo o juiz a serena segurança da prisioneira, tentou primeiramente persuadi-la com suaves palavras a oferecer sacrifícios aos deuses pagãos. Depois, ante a irredutível fé de Luzia, passou das adulações para a mais terrível ferocidade. Impávida, ela respondeu- lhe sem hesitar:
- Tu te preocupas em seguir as leis dos príncipes desta terra, enquanto eu procuro meditar dia e noite os mandamentos do Senhor. Tu te preocupas em comprazer o imperador, eu tudo faço para agradar a meu Deus, a quem consagrei minha própria virgindade.
- Pois bem - disse Pascásio - eu te farei conduzir a um lugar onde perderás tua castidade, assim o Espírito Santo te abandonará e deixarás de ser seu templo!
- A violência feita ao corpo não arranca a pureza da alma, se minha vontade não consente. Ao contrário, esta violência me proporcionará duas coroas: a da virgindade e a do martírio - respondeu a virgem.
  Imediatamente Pascásio deu aos carrascos ordem de amarrar a inocente vítima e arrastá-la até uma casa de infâmia, para ela perder a honra da virgindade antes de ser decapitada.
  Ora, o que podem todas as forças humanas contra a onipotência de Deus? Os olhos do Bom Pastor pousavam sobre sua serva fiel e por isso impediu que os verdugos conseguissem tirá-la do lugar onde se encontrava. Tentavam em vão empurrá- la: Luzia permanecia imóvel, detida por uma mão invisível. Nem mesmo várias juntas de bois, aos quais a amarraram, conseguiram removê-la.
  Obstinado no mal, Pascácio mandou levantar em volta da Santa uma enorme fogueira. Ela fitava sem medo o tirânico juiz, dizendo: "Pedirei ao Senhor que este fogo não me atinja, para que os fiéis reconheçam o poder de Deus e os infiéis fiquem ainda mais confundidos". E efetivamente as chamas também fracassaram: a jovem ficou incólume em meio às labaredas.
  Derrotado, Pascásio ordenou finalmente que a cabeça da virgem fosse cortada à espada. Uma celestial alegria transpareceu em seu semblante, ao ver que tinha chegado a hora do supremo encontro com seu Redentor. Entretanto, não morreu naquele instante. Caindo de joelhos, foi acolhida nos braços de alguns cristãos que assistiam ao seu martírio.
  Antes de falecer, a virgem mártir prognosticou o fim das perseguições de Diocleciano e Maximiano, e o início de uma era de grande paz para a Santa Igreja. Esta profecia não tardou a tornar-se realidade: apenas dois anos após sua morte, subiu ao trono Constantino o Grande, que promulgou em 313 o Edito de Milão, concedendo liberdade ao culto Cristão, em toda a vastidão do Império. Estavam, assim, largamente abertas as portas para a Igreja desenvolver-se triunfante, ao longo dos séculos.
  A gloriosa Santa Luzia entregou sua alma a Deus no ano 304 da era do Senhor. Um raio da Graça tinha pousado sobre ela. Na Igreja de Cristo luzia mais uma mártir, no Céu mais uma santa! Tu vincis inter martyres! - Tu vences, ó Cristo, pelas provas dos mártires! (Revista Arautos do Evangelho, Dez/2006, n. 60, p. 35 à 37)
   Foto abaixo: Três episódios da vida de Santa Luzia baseado na Legenda Aurea (século XIII).
   Primeira cena: Em gratidão pela cura da mãe de Santa Luzia, após uma peregrinação ao túmulo de St Agatha, ambas decidiram dar suas posses aos pobres. Segunda cena: Santa Luzia foi levada perante o cônsul de seu noivo e por conta de sua fé, foi condenada. Terceira cena: Santa Luzia sendo puxada por juntas de bois que, miraculosamente, não conseguiram movê-la.
   A Convicção dos Mártires:Filipenses 1.20-21 "Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho".
E foi em Siracusa, cidade abençoada pela presença apostólica, que, pelo ano de 281, nasceu Lúcia, que passaremos a chamar de Luzia. Lúcia significa “Luz”, em sua origem latina. Talvez o nome de seu pai, conforme a tradição romana, tenha sido Lúcio e já estaria morto quando Luzia estava com quinze anos. O nome de sua mãe é certo: Eutíquia.ueria somente isso: pertencer inteiramente, corpo e alma, a Jesus. Na Igreja antiga, a virgindade era um estado de vida cristã considerado em grau eminente pela comunidade: do mesmo modo que os mártires davam a vida por Cristo, as virgens lhe entregavam também a vida e toda a riqueza dos afetos humanos.

Leitura da Epístola

II Coríntios 10,17-18;11,1-2 
 17 Ora, quem se gloria, glorie-se no Senhor. 18 Pois merece a aprovação não aquele que se recomenda a si mesmo, mas aquele que o Senhor recomenda. 1 Oxalá suportásseis um pouco de loucura de minha parte! Oh, sim! Tolerai-me. 2 Eu vos consagro um carinho e amor santo, porque vos desposei com um esposo único e vos apresentei a Cristo como virgem pura.

Sequência do Santo Evangelho
São Mateus 13,44-52
 44 O Reino dos céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem o encontra, mas o esconde de novo. E, cheio de alegria, vai, vende tudo o que tem para comprar aquele campo. 45 O Reino dos céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas. 46 Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra. 47 O Reino dos céus é semelhante ainda a uma rede que, jogada ao mar, recolhe peixes de toda espécie. 48 Quando está repleta, os pescadores puxam-na para a praia, sentam-se e separam nos cestos o que é bom e jogam fora o que não presta. 49 Assim será no fim do mundo: os anjos virão separar os maus do meio dos justos 50 e os arrojarão na fornalha, onde haverá choro e ranger de dentes. 51 Compreendestes tudo isto? Sim, Senhor, responderam eles. 52 Por isso, todo escriba instruído nas coisas do Reino dos céus é comparado a um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas.

Leitura da Epístola

Filipenses 4,4-7
4 Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos! 5 Seja conhecida de todos os homens a vossa bondade. O Senhor está próximo. 6 Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. 7 E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus.


Sequência do Santo Evangelho

São João 1,19-28
19 Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar-lhe: Quem és tu? 20 Ele fez esta declaração que confirmou sem hesitar: Eu não sou o Cristo. 21 Pois, então, quem és?, perguntaram-lhe eles. És tu Elias? Disse ele: Não o sou. És tu o profeta? Ele respondeu: Não. 22 Perguntaram-lhe de novo: Dize-nos, afinal, quem és, para que possamos dar uma resposta aos que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo? 23 Ele respondeu: Eu sou a voz que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como o disse o profeta Isaías (40,3). 24 Alguns dos emissários eram fariseus. 25 Continuaram a perguntar-lhe: Como, pois, batizas, se tu não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? 26 João respondeu: Eu batizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. 27 Esse é quem vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado. 28 Este diálogo se passou em Betânia, além do Jordão, onde João estava batizando. 

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário